Contato
Vamos falar sobre a sua iniciativa
Conte o que você precisa e responderemos com os próximos passos concretos.
Perguntas frequentes
Vocês podem assumir uma aplicação desenvolvida por outro fornecedor?
Sim. Começamos com um onboarding técnico: acesso ao código e aos ambientes, avaliação de arquitetura e operação, estabilização de riscos e uma linha de base de manutenção — com ou sem cooperação do fornecedor de saída.
Vocês trabalham com código sem documentação?
Sim, é um cenário frequente. Aplicamos engenharia reversa e recuperação de arquitetura, e a documentação essencial é reconstruída como parte do trabalho.
Vocês mantêm aplicações Java ou corporativas antigas?
Sim. Trabalhamos com Java e Java EE/Jakarta EE, incluindo versões antigas, tanto para manutenção quanto para modernização gradual de runtimes e frameworks.
Vocês recomendam reescrever toda aplicação legada?
Não. A reescrita total é o caminho de maior risco e só se justifica em casos concretos. Costumamos avaliar antes estabilização, encapsulamento, atualização ou modernização por partes.
Vocês conseguem modernizar sem interromper a operação?
É o objetivo da abordagem em fases: mudanças graduais, validações e planos de rollback. A interrupção zero absoluta nem sempre é possível, mas é minimizada e planejada com o negócio.
Vocês podem migrar cargas de Oracle Spatial para PostGIS?
Sim, com um processo que começa por uma avaliação de compatibilidade: inventário da funcionalidade espacial utilizada, mapeamento para equivalentes PostGIS, prova de conceito e benchmarking antes de comprometer o cutover. A viabilidade depende da funcionalidade proprietária em uso.
Quando faz sentido uma migração para tecnologia aberta?
Quando a análise de custo total, dependência, risco e capacidades da equipe a sustenta. Não migramos por princípio: há sistemas proprietários que vale a pena manter.
Tecnologias proprietárias e abertas podem coexistir?
Sim — e é o habitual. Projetamos arquiteturas híbridas em que cada peça se justifica por adequação e valor, com integração limpa entre elas.
Vocês trabalham com a nossa equipe interna de engenharia?
Sim, em modelos de coentrega: entrega conjunta, mentoria e transferência de conhecimento. O objetivo é deixar sua equipe mais forte, não dependente.
Vocês fazem avaliações de arquitetura antes de implementar?
Sim, e recomendamos para iniciativas complexas: uma avaliação delimitada reduz o risco das grandes decisões que vêm depois.
Vocês podem resgatar um projeto atrasado ou instável?
Sim. Começamos por um diagnóstico honesto do estado real, estabilizamos o crítico e propomos um plano de recuperação com decisões explícitas.
Como vocês estimam um projeto?
Descoberta primeiro: entender escopo, riscos e restrições antes de comprometer números. As estimativas vêm com premissas explícitas e faixas honestas.
O assistente de IA fornece um orçamento vinculante?
Não. O assistente gera uma avaliação preliminar e um roadmap sugerido que nossa equipe revisa. Preços e prazos são sempre acordados com pessoas.
Vocês podem fazer uma prova de conceito antes de um investimento maior em IA?
Sim — é o nosso caminho preferido: um protótipo com dados reais limitados que valida qualidade e viabilidade antes de escalar.
Como vocês tratam segurança e confidencialidade?
Acesso mínimo necessário, gestão segura de credenciais, ambientes controlados e práticas de desenvolvimento seguro. As informações do seu projeto não são compartilhadas com terceiros.
Vocês assinam acordos de confidencialidade?
Sim — assinamos NDAs antes de receber informações sensíveis sempre que você exigir.
Vocês suportam plataformas multilíngues e multi-país?
Sim: internacionalização real (não tradução automática), formatos regionais, fusos horários e implantações multirregião quando justificado.
O que acontece depois da implantação?
Continuidade: monitoramento, suporte, manutenção e evolução. A implantação é o início da operação, não o fim da relação.